terça-feira, 19 de fevereiro de 2008


Eu sou uma pessoa legal,aprendi que vale apena viver ,muitos as veses me olham dos pés a cabeça e rir + tenho comigo que o elogio para um gênio é a rizada de um idiota.muitos me defamam pois não me conheçem , outros me aplaudem pois acreditam no meu potencial.Sou um jovem aborrecente que tentando me auto- afirmar eu fico deslizando nos tobogâns da vida , sou humilde ,com quem é humilde comigo,faço o bem sem olhar a quem gosto de repartir minhas vitórias e minhas derrotas pois o verdadeiro amigo é para todas as horas.As veses me sinto o ícone de quem almejam o bem + toda a vitória que eu conseguir em minha vida é só minha + o mérito dessa vitória eu desejo a todos que de uma forma direta ou indireta torçem pela minha FELICIDADE.Para vcs q não me conheçem não me julgues pela aparência pois afinal vcs não conheçem DEUS pessoalmente amo todos vcs , se quiser ser meu amigo(a) seja , se não quiser não me faz falta pois sou oque sou e pronto gfoste quem quiser ok abraços a todos vcs.





sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008



Melados, suados e cheios de tesão
Meu nome é Felipe, tenho 16 anos, olhos e cabelos castanhos, bem musculoso e bonito, e minha pica tem 22cm. Estava voltando de uma festa com Douglas, 16 anos, loiro de olhos azuis, musculoso também (malhamos juntos), a pica dele tem 22cm também, mas a minha é muito mais grossa (tem cerca de 20cm de grossura). Já passava da 1h30 da madrugada e, como meus pais haviam viajado e só voltariam em dois ou três dias, convidei-o para dormir em casa. Estávamos esgotados, mas sem um pingo de sono. Perguntei à ele se queria um pijama emprestado e ele disse que dormia só de cueca, assim como eu. Já que estávamos sem nada pra fazer tive uma idéia (mais obrigação do que idéia) de assistirmos um filme pornô. Abri o meu armário (tenho vários, meus pais nem ligam...), e peguei o meu preferido. Coloquei e fomos assistindo e comentando os peitões das garotas, as picas, os orgasmos forçados, etc. Começamos a ficar excitados, e nossas picas já estavam bem visíveis. Como sempre fazemos desde que descobrimos a punheta, começamos a bater um na frente do outro (com a intenção de esporrear na cara do "adversário"). Não somos (nem seremos) viados, é uma brincadeira besta que a gente sempre fez quando estávamos sozinhos e tesudos. Estava eu quase gozando quando ele percebeu e depois do primeiro jato, abocanhou a minha pica e começou a chupar como um desesperado. Movido pelo prazer não recusei e gozei nele todinho. Quando acabei de gozar disse pra ele que não parasse. Gozei várias vezes na boca dele, quando paramos e ele disse: - Cara, foi mal, é que eu não resisti, queria experimentar... - Bom, até que foi bom! Já que rolou isso, que tal a gente continuar? - disse eu Foi quando ele deitou no colchonete ao lado da minha cama em X (todo escancarado) e disse "me fode!". Como eu sou um cara muito violento, aproveitei a minha pica cheia de porra e saliva e enterrei de uma só vez no cu virgem dele e fui metendo com toda a velocidade que pude. O cara deu um baita berro, mas em questão de segundos já começou a urrar de prazer. Fui metendo e metendo, até que gozei, gozei muito, muito mesmo, nunca havia gozado tanto em minha vida, talvez seja por causa da velocidade que eu fodia ele, já que era a primeira vez que eu metia tão rápido. Gozei mais várias vezes naquele cu gostoso. Ele estava com tanto tesão que gozou pra caralho no lençol do colchonete (que ficou totalmente melado, assim como nós). Vi aquela pica latejando de tanto tesão e, já que ele chupou a minha ne... caí de boca na dele! Chupava como outro desesperado, usando a língua, engolindo aquela cabeça gostosa... ele gozou muito na minha boca, quase engasguei. Depois disso a última coisa que passava na minha cabeça era dar o cu pra ele, só que ele disse: - Cara, posso comer você? - Sei lá cara, nunca pensei em dar o cu. - É bom demais! Pode deixar que eu vou devagar com você! - Tá bom então! - Você tem algum lubrificante aqui? Respondi que sim, abri a gaveta e peguei um, quase no fim, que eu usava pra bater punheta (é muito bom, eu realmente recomendo o uso!). Ele usou todo o fim (tinha pra umas 5 punhetas ainda) e lambusou a pica dele. Eu virei de costas como ele da outra vez e ele foi mais devagar comigo, primeiro a cabeça, depois foi enfiando, enfiando, enfiando (e ia doendo, doendo, doendo), até que eu sem paciência de ficar sentindo aquela dor disse: - Cara, mete tudo de uma vez! Quero sentir o mesmo prazer que você! Quando disse isso, ele meteu tudo, não gritei, mas doeu pra caralho mesmo... mas um tempinho depois comecei a sentir a recompensa, e que recompensa! Depois daquele prazer indescritível só ouvia ele urrando (ele gostava de gritar) e senti aquela porra quentinha no meu cu. Depois de gozar muito no meu cu, fizemos um baita 69. Quando tudo terminou (já eram quase 4h00), nos olhamos e dissemos "precisamos de um banho!". Estávamos completamente suados, melados e o tesão ainda estava fluindo em nossas veias, não queriamos que isso acabasse, nossas picas ainda duríssimas e meladaças de porra, dei uma idéia: "vamos meter no chuveiro mesmo!". E lá fomos nós, chupadas, metidas e tudo o que se pode fazer com duas picas a gente fez. Nos secamos e voltamos pro quarto. Como estávamos tesudos demais para parar e não queriamos nos sujar mais (portanto transar seria impossível), ele deu a idéia de subirmos na lavanderia (tipo um terraço ao ar livre) e fazermos um concurso de punheta até não aguentarmos mais. Já havíamos feito isso várias vezes, subimos, nos posicionamos e começamos. Fomos batendo até que vimos o sol nascer. Gozamos muito, dava pra escorregar no chão, ambos reconhecemos o empate, mas que eu gozei mais eu gozei! Só que depois disso tivemos que lavar os lençóis e as nossas cuecas cheias de porra e o chão da lavanderia. Fazemos isso até hoje sempre que podemos, ninguém sabe, e se depender de nós não saberá. Não abrimos mão de uma buceta, mas é sempre bom ter uma pica amiga e melada pra chupar e te fuder, o único problema é a festa de porra que a gente faz.

Na madrugada
Sou um cara boa pinta, 1.81, 75kg, cabelos lisos pretos curto com topete, pernas grossas, 19cm, marquinha de sungão, gatinhu, gostosinhu e safadinhu, hehe, e nunca tive grandes dificuldades de sair com as pessoas com que eu me interessava, mas desde o início da minha adolescência eu sentia uma forte atração por um amigo meu da rua. Desde que começamos a freqüentar boates sempre pegávamos mulheres gatas e virava e mexia acabávamos por comer elas juntos. Ou quando não, eu o chamava para vir a minha casa para assistirmos filmes mais quentes, e sempre rolava uma punhetinha no final, cada um no seu, mas eu sempre me pegava mirando aquele mastro maravilhoso com uma vontade enorme de possuí-lo. Certa vez eu estava indo para uma festa no bairro do meu amigo, pois ele havia se mudado, chegando no lugar da festa não tinha ninguém lá de interessante e eu resolvi ir para a casa dele. Chegando lá fui muito bem recebido, pois estávamos a tempo sem se ver, e logo com muitas saudades. Fui para o quarto dele, pois já estava tarde, e eu estava cansado, queria dormir. Ele ligou a televisão e estava passando um filme super excitante, ficamos assistindo ao filme e conversando sobre a última trepada que havíamos dado juntos e como tínhamos lotado de porra a gatinha que tínhamos comido. Estava deitado na parte de baixo da cama, era uma daquelas camas que se puxa uma auxiliar. No quarto escuro, tomado apenas pelo cheiro de incenso que o Thiago tinha acendido, resolvi colocar minha mão em seu pau, pois já não agüentava mais de tesão, levemente e morrendo de medo de que isso pudesse da errado fui seguindo em direção aquela pica... Chegando lá pude notar que a mão dele estava repousando sobre a rola tão desejada, tentei tocá-la, foi em vão. Resolvi então me virar e tentar dormir para me livrar da tentação, mas a vontade de tocá-lo era sufocadora. Tentei mais uma vez, só que quando eu ia colocar a mão, pude perceber que ele estava dormindo com as mãos para trás do seu pescoço, e que o jardim do éden tão almejado estava totalmente livre de qualquer barreira para que eu o tocasse. Com muito medo de repente ele armar um escândalo ou coisa parecida eu arrisquei tudo, e quando eu coloquei pela primeira vez de verdade a mão no pau dele, pude sentir uma coisa se mexendo, seu pau estava se enrijecendo, caralho! Era muito foda saber que aquilo tava acontecendo, aí meu filho, foi só festa. Passei a massagear o pau dele sobre a bermuda, com o maior tesão do mundo... massageava suas bolas, quando senti que ele estava completamente duro resolvi colocar a minha mão por dentro da bermuda dele pra catar aquele vara envergada de tão dura, pude sentir o calor, era demais, abri o velcro da calça dele de uma vez só e saltou uma cobra de 19cm na minha direção, não me contive e taquei a boca naquela pica melecada de babinha de porra de tão duro que tava aquele cacete, chupei muito, nossa era aveludado o corpo daquele pau, chupava aquela vara como se eu fosse um bezerro desmamado, levantei-me passei a chave na porta para que pudesse ficar mais a vontade. Sem demora arranquei a bermuda dele fazendo movimentos bruscos para ter a certeza de que ele estaria acordado, abri bem suas pernas e com a ponta da língua lhe agradava o saco, a virilha... e com muito esforço o cuzinho também, sem em momento algum deixar de me masturbar, o calor cilíndrico no interior de minha boca era alucinante... e não me dava tempo de pensar... só conseguia mesmo mamar e mamar... até que senti a vara latejar ainda mais e... nossa, ele explodiu. Explodiu um gozo forte, quente e grosso como um tesão alucinado, engoli todo aquele néctar que almejava a anos saciando a minha sede... ele virou-se como se estivesse se protegendo e eu desci para a minha caminha, gozei gostoso que os jatos chegaram a passar da minha cabeça. Dormi. No dia seguinte pela manhã tentei dar uma investida mas ele se virou, esperei mais uns dois minutos e resolvi acordá-lo dizendo que ia embora... ele me cumprimentou com um lindo sorriso, como se nada tivesse acontecido. Até hoje mantemos a mesma amizade, estamos até mais estreitos, só não o vejo com mais freqüência pois a faculdade toma todo o meu tempo, mas não seria nada mal transar com ele.

Eu com meu irmão
Nasci numa família grande. Morávamos numa fazenda e éramos em vários irmãos, sendo 7 homens e apenas 1 mulher. Brincavámos muito, tomávamos banho de rio, enfim, éramos e somos felizes. O tempo passou rápido, eu já com meus 19 anos, trabalhava na fazenda desde 15 anos. Durante o dia as atividades eram inúmeras e a noite ia para a escola, uns 6 Km aproximadamente. Chegava cansado e ia dormir, pois logo ao amanhecer já deveria estar em pé para começar mais um dia. O ano passava rápido, e no intervalo das aulas conheci Joyce, uma garota realmente bela. Assim tomei consciência que já corria muitos hormônios pelas minhas veias, e como corria... Namorávamos na escola e quando chegava em casa meu pau parecia estourar. Tinha que bater uma de qualquer jeito, senão acho que morreria. Numa determinada noite fiquei até mais tarde com Joyce e chegando em casa, deparei no meu quarto com meu irmão, o Marco de 18 anos e mais outro cara, o Thiago. Já estavam dormindo. Era um colega da escola que eu já conhecia. Nunca o havia notado, loiro, olhos verdes, corpo bem torneado, poucos pêlos... Estranhei minha reação, sentei na minha cama e acabei dormindo. Dificilmente acordava no meio da noite, porém naquele dia, acordei com gemidos... "Será que meu irmão tá passando mal?", pensei. Resolvi fingir estar dormindo só para ver o que estava acontecendo. Depois que meus olhos se acostumaram a escuridão, pude ver que meu irmão chupava o pau de Thiago, que gemia baixinho: chupa cara... chupa este pauzão loiro, enfia tudo na sua boca. Por sua vez meu irmão gemia: que pau gostoso... enfia o dedo no meu cú... me deixa alucinado cara... Fiquei paralisado, nunca imaginei que meu irmão fosse chegado em homem. Nunca tive nada contra, mas... Continuei ouvindo tudo aquilo. Aqueles gemidos, aquele cheiro de macho... Fiquei excitado, quando vi meu pau tava estourando, mas nao tive coragem para manifestar-me. O Marco comendo o Thiago que arfava de prazer e eu pensando: logo meu irmão... Eles gozaram feito loucos e eu também sem que ninguém percebesse. No dia seguinte me portei como se nada tivesse visto ou ouvido. O dia transcorreu normalmente, e eu, só de pensar naquelas cenas ficava louco para foder meu irmão. Sentia culpa, mas o tesão era maior. Fomos para escola e voltamos juntos, já que não namorei como de hábito, pois a Joyce faltara naquele dia. Chegamos em casa, tava um puta calor, fomos tomar banho juntos, como de costume... Notei, como nunca, que meu irmão era um belo exemplar de macho. Um pouco mais alto que eu, moreno, corpo em dia e um belo cacete. Fiquei excitado e fiz o possível para disfarçar, falei pra ele que a Joyce faltou na escola e não deu pra eu comê-la como de costume. Por isso é que eu estava com muito tesão. Não colou muito, mas fomos para o quarto, batemos um papo, Marco apagou a luz e deitamos. Eu excitado, fiquei com os ouvidos ligados. Mas uma vez ouvi gemidos. Fiquei louco, meu irmão estava batendo uma punheta. Levantei sem que ele me visse, e quando dei por mim, estava enfiando meu pau na boquinha gostosa dele, e pegava o pauzão dele e chupava com tanto tesão que pensei que fosse explodir... Como não houve nenhuma especie de rejeição, continuamos com aquilo, nos descobrindo. Como é bom chupar um pau, e ser chupado então!!! Meu irmão, começou a chupar meu cu. Nunca ninguém havia feito isso. Fiquei alucinado... A loucura era tanta que só se ouvia: - Chupa este pauzão Marco... Eu sei que você gosta carinha... Eu vi você chupando o Thiago ! - Ah carinha chupa este cuzinho... - Tá gostoso demais cara... Não aguentando mais pedi para o Marco: - Enfia este pau no meu cú cara.. - Vai manão, me fode gostoso.. O Marco foi enfiando. Jamais tive consciência que meu cú tivesse tantos músculos e que estes mesmos músculos me faziam desfalecer de tesão. Fiquei na posição de frango assado e ele me fodendo, e eu pedia para enfiar mais rápido. Parecíamos dois loucos... Gozamos... Nunca gozei tão gostoso na minha vida... Caí em mim. Abracei e beijei gostosamente meu irmão. Não me senti nenhum pouco culpado. Passado 4 anos, continuamos a nos amar todos os dias. Deixamos nossas namoradas em casa e vamos correndo sentir o corpo gostoso um do outro. Como diz a aquela frase: "Que seja eterno enquanto dure".




lindo hem