
Melados, suados e cheios de tesão
Meu nome é Felipe, tenho 16 anos, olhos e cabelos castanhos, bem musculoso e bonito, e minha pica tem 22cm. Estava voltando de uma festa com Douglas, 16 anos, loiro de olhos azuis, musculoso também (malhamos juntos), a pica dele tem 22cm também, mas a minha é muito mais grossa (tem cerca de 20cm de grossura). Já passava da 1h30 da madrugada e, como meus pais haviam viajado e só voltariam em dois ou três dias, convidei-o para dormir em casa. Estávamos esgotados, mas sem um pingo de sono. Perguntei à ele se queria um pijama emprestado e ele disse que dormia só de cueca, assim como eu. Já que estávamos sem nada pra fazer tive uma idéia (mais obrigação do que idéia) de assistirmos um filme pornô. Abri o meu armário (tenho vários, meus pais nem ligam...), e peguei o meu preferido. Coloquei e fomos assistindo e comentando os peitões das garotas, as picas, os orgasmos forçados, etc. Começamos a ficar excitados, e nossas picas já estavam bem visíveis. Como sempre fazemos desde que descobrimos a punheta, começamos a bater um na frente do outro (com a intenção de esporrear na cara do "adversário"). Não somos (nem seremos) viados, é uma brincadeira besta que a gente sempre fez quando estávamos sozinhos e tesudos. Estava eu quase gozando quando ele percebeu e depois do primeiro jato, abocanhou a minha pica e começou a chupar como um desesperado. Movido pelo prazer não recusei e gozei nele todinho. Quando acabei de gozar disse pra ele que não parasse. Gozei várias vezes na boca dele, quando paramos e ele disse: - Cara, foi mal, é que eu não resisti, queria experimentar... - Bom, até que foi bom! Já que rolou isso, que tal a gente continuar? - disse eu Foi quando ele deitou no colchonete ao lado da minha cama em X (todo escancarado) e disse "me fode!". Como eu sou um cara muito violento, aproveitei a minha pica cheia de porra e saliva e enterrei de uma só vez no cu virgem dele e fui metendo com toda a velocidade que pude. O cara deu um baita berro, mas em questão de segundos já começou a urrar de prazer. Fui metendo e metendo, até que gozei, gozei muito, muito mesmo, nunca havia gozado tanto em minha vida, talvez seja por causa da velocidade que eu fodia ele, já que era a primeira vez que eu metia tão rápido. Gozei mais várias vezes naquele cu gostoso. Ele estava com tanto tesão que gozou pra caralho no lençol do colchonete (que ficou totalmente melado, assim como nós). Vi aquela pica latejando de tanto tesão e, já que ele chupou a minha ne... caí de boca na dele! Chupava como outro desesperado, usando a língua, engolindo aquela cabeça gostosa... ele gozou muito na minha boca, quase engasguei. Depois disso a última coisa que passava na minha cabeça era dar o cu pra ele, só que ele disse: - Cara, posso comer você? - Sei lá cara, nunca pensei em dar o cu. - É bom demais! Pode deixar que eu vou devagar com você! - Tá bom então! - Você tem algum lubrificante aqui? Respondi que sim, abri a gaveta e peguei um, quase no fim, que eu usava pra bater punheta (é muito bom, eu realmente recomendo o uso!). Ele usou todo o fim (tinha pra umas 5 punhetas ainda) e lambusou a pica dele. Eu virei de costas como ele da outra vez e ele foi mais devagar comigo, primeiro a cabeça, depois foi enfiando, enfiando, enfiando (e ia doendo, doendo, doendo), até que eu sem paciência de ficar sentindo aquela dor disse: - Cara, mete tudo de uma vez! Quero sentir o mesmo prazer que você! Quando disse isso, ele meteu tudo, não gritei, mas doeu pra caralho mesmo... mas um tempinho depois comecei a sentir a recompensa, e que recompensa! Depois daquele prazer indescritível só ouvia ele urrando (ele gostava de gritar) e senti aquela porra quentinha no meu cu. Depois de gozar muito no meu cu, fizemos um baita 69. Quando tudo terminou (já eram quase 4h00), nos olhamos e dissemos "precisamos de um banho!". Estávamos completamente suados, melados e o tesão ainda estava fluindo em nossas veias, não queriamos que isso acabasse, nossas picas ainda duríssimas e meladaças de porra, dei uma idéia: "vamos meter no chuveiro mesmo!". E lá fomos nós, chupadas, metidas e tudo o que se pode fazer com duas picas a gente fez. Nos secamos e voltamos pro quarto. Como estávamos tesudos demais para parar e não queriamos nos sujar mais (portanto transar seria impossível), ele deu a idéia de subirmos na lavanderia (tipo um terraço ao ar livre) e fazermos um concurso de punheta até não aguentarmos mais. Já havíamos feito isso várias vezes, subimos, nos posicionamos e começamos. Fomos batendo até que vimos o sol nascer. Gozamos muito, dava pra escorregar no chão, ambos reconhecemos o empate, mas que eu gozei mais eu gozei! Só que depois disso tivemos que lavar os lençóis e as nossas cuecas cheias de porra e o chão da lavanderia. Fazemos isso até hoje sempre que podemos, ninguém sabe, e se depender de nós não saberá. Não abrimos mão de uma buceta, mas é sempre bom ter uma pica amiga e melada pra chupar e te fuder, o único problema é a festa de porra que a gente faz.